Home » Educação » Jovens buscam alternativas mais baratas para estudar inglês

De aulas particulares a escolas com projetos de inclusão, milhares de paulistas fazem seus esforços para aprender o idioma e melhorar o currículo

Estudar inglês nos dias de hoje é uma das coisas mais comuns do cotidiano da nossa atual juventude, pois para melhorar o seu currículo e conseguir uma boa colocação no mercado de trabalho, um segundo idioma é essencial. Em São Paulo são oferecidos diversos cursos de inglês em diversas escolas diferentes. Em todos os bairros da capital, existem escolas deste cunho, que oferecem aulas para quem quiser e tiver condições de investir, porém esta não é a realidade de uma grande fatia dos jovens.
Um curso de inglês, em média, custa R$ 150 mensais, mas dependendo da região, esse valor pode chegar aos R$ 400 mensais. Além das mensalidades, algumas escolas cobram por matrícula e material, e isto faz com que muitas pessoas não queiram pagar para estudar.

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Tiago de Souza e Lima, 23, é estudante e morador de Itapevi, ele conta que estudou em uma escola tradicional de São Paulo por um ano e meio, mas achou que estava pagando muito caro e que a metodologia não estava lhe ajudando muito a aprender. Ele foi atrás de uma professora particular e diz que hoje paga menos que a metade do valor pago antes na escola e que está desenvolvendo muito melhor agora. “Eu faço de duas a quatro horas aula com a professora particular, pago menos e aprendo mais, pois ela sabe das minhas necessidades e me ajuda a desenvolver no que eu preciso”, finaliza.

Outra opção mais em conta é o projeto “Inglês para São Paulo” que fica na Av. Brig. Luís Antônio, 2071, próximo à estação de metrô Brigadeiro da linha-2 verde. Lá os alunos fazem aulas 1 vez por semana e o foco é conversação. O valor das mensalidades é de R$ 99,00 e as aulas acontecem de segunda à sábado. O ex-aluno do projeto Matheus Lima, 22, morador do centro diz que para ele que nunca havia tido contato com o idioma foi muito bom e que aprendeu o necessário para poder se aprofundar mais no idioma. “Minha vontade é de fazer intercâmbio em breve. Eu ainda não falo fluente, mas vou me dedicar bastante para que aprenda e possa, um dia, realizar meu sonho que é morar nos Estados Unidos”, afirma.

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