Home » Educação » Vozes da Vila Prudente faz oficina de jornalismo para ajudar na construção de uma educação melhor no bairro

O intuito do encontro é de passar conhecimento da área de jornalismo para ajudar aos alunos em seus trabalhos colaborativos autorais


 

Na manhã de ontem, 15/09, a equipe do Vozes da Vila Prudente foi a convite do EMEF Irineu Marinho, que fica na rua Jacaraipe, 478 – Q.ta da Paineira, realizar a primeira oficina externa de jornalismo para aproximadamente 40 alunos do 9° do ensino fundamental.
A oficina foi ministrada pelo jornalista do Vozes, Henrique Silva, e servirá como auxílio para que os alunos da escola possam finalizar o Trabalho Colaborativo Autoral (TCA) que será um produto jornalístico.
É a segunda vez que o Vozes faz esse tipo de trabalho em parceria com o EMEF. A primeira oficina foi ministrada pelo jornalista Cesar Gouveia, em 2014, e o trabalho, naquela época, foi uma revista.
O TCA foi implementado no ano de 2013 nas escolas públicas para que os alunos do ensino fundamental façam uma pesquisa sobre o local onde residem para que coloquem tudo o que aprenderam no período escolar em prática. Este método é também um dos instrumentos de avaliação pelos quais o aluno passará.

A professora Michelly Lima diz que a parceria com o Vozes é mais uma das ideias que a escola tem de trazer a comunidade para dentro da instituição e fazer com que todos fiquem cada vez mais próximos: “A gente cria vários parceiros fora da escola para ampliar o repertório deles e ensinar outras coisas que vão muito além do que é feito na escola. Eles têm uma oportunidade trabalhar com pessoas, conhecer histórias e fazer análises sobre isso”, afirma, Michelly.

Henrique conversando com os alunos do 9° ano na oficina do jornalismo

Henrique conversando com os alunos do 9° ano na oficina do jornalismo

Outras oficinas com novas turmas e com os alunos mais novos serão feitas futuramente pelo Vozes. Uma outra ideia que será colocada em execução em breve é de que o Vozes faça uma oficina somente para os professores da instituição, para que estes possam usar o jornal como um incentivo aos alunos para que possam produzir mais e ter algum incentivo dentro do próprio bairro.

A diretora da escola, Claziane Pereira de Lima, diz que a instituição funciona como um equipamento social e é um dos poucos que existem na região. Para ela, abrir a escola para que a comunidade participe de suas atividades é uma das coisas que torna o local cada vez mais próximo dos moradores e faz com que os alunos percebam o local onde moram de maneira diferente: “A comunidade está sempre aqui dentro, seja num vínculo com a saúde ou com outros programas, como o do Vozes. E acho que o TCA ajuda a fortalecer tudo isso, pois eles aprendem a usar esse espaço para mostrar as problemáticas que vivem e antes não tinham tantos olhos para ver esses problemas”, finaliza.

 

 

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